Como todo bom cinéfilo sabe, quinta-feira é dia de estreia nos cinemas brasileiros. Confira abaixo as críticas do filmes que estrearam no dia 25/01.

“O Artista do Desastre”

O longa é uma adaptação do livro “The Disaster Artist: My Life Inside The Room”, que trata da produção daquele que é considerado por muitos o pior filme já realizado: “The Room”, dirigido, escrito e estrelado por Tommy Wiseau em 2003.

“Sem Fôlego”

Gunlint, Minnesota, 1977. Ao atender um telefonema, o garoto Ben é atingido pelo reflexo de um raio, que caiu bem em sua casa. Esta situação faz com que seja levado a um hospital em Nova York, onde descobre que não consegue mais ouvir um som sequer. Em 1927, a jovem surda Rose foge de sua casa em Nova York para encontrar sua mãe, a consagrada atriz Lillian Mayhew. A vida destes dois garotos que não conseguem mais ouvir está interligada a partir de um livro de curiosidades, que os leva ao Museu de História Natural.

“A Repartição do Tempo”

Brasília, início da década de 1980. O REPI (Registro de Patentes e Invenções) acaba de ser capa de uma importante revista nacional, que o coloca como exemplo da burocracia existente no governo. Lisboa, o chefe do departamento, não gosta nem um pouco da reportagem e decide cobrar atitude de seus funcionários, que fazem de tudo menos trabalhar. Paralelamente, o dr. Brasil deseja patentear uma máquina do tempo. Ele deixa o aparelho no REPI e, ao ser colocado no estoque, Jonas acidentalmente o aciona e, consequentemente, volta no tempo. Ao descobrir o ocorrido, Lisboa elabora um plano de forma a obrigar os funcionários a realmente trabalharem, mesmo que para tanto eles precisem ser mantidos em cativeiro.

“Maze Runner: A Cura Mortal”

No terceiro filme da saga, Thomas embarca em uma missão para encontrar a cura para uma doença mortal conhecida como “Fulgor” e descobre que os planos da C.R.U.E.L. podem trazer consequências catastróficas para a humanidade. Agora, ele tem que decidir se vai se entregar para a C.R.U.E.L. e confiar na promessa da organização de que esse será seu último experimento.

“O Protetor 2” traz mais uma vez Denzel Washington como ex-agente da CIA atrás de vingança

O diretor Antoine Fuqua repete a parceria com o ator Denzel Washington em um filme cheio de violência gráfica.

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Longa faz crítica moderna sobre dependência tecnológica.

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“Como é cruel viver assim” é uma comédia dramática sobre o anseio por reconhecimento

Longa é adaptação de uma peça de teatro e uma aposta da diretora Julia Rezende longe do seu lugar comum.

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Chore e reviva a infância com “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”

Longa acerta o tom, e traz Pooh para a “vida real” com muita emoção.

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