A adaptação de Deadpool para as telas de cinema está se estabelecendo como uma aposta que deu certo. Muito certo. Além de atingir considerável sucesso entre a crítica, o público parece aprovar e encher as salas. O longa-metragem estrelado por Ryan Reynolds e dirigido por Tim Miller alcançou a marca de US$135 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz nos cinemas americanos.

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As expectativas nutridas pela FOX, que investiu “módicos” US$58 milhões, era que o valor arrecadado em território estadunidense girasse em torno de US$75 milhões. Os executivos devem estar, no mínimo, muito contentes com o sucesso do mercenário, especialmente quando olham para os números da bilheteria mundial: US$ 260 milhões.

O filme de fato é uma grata surpresa e um marco no cinema de super-heróis, por fugir das tradicionais fórmulas utilizadas pela Marvel em seus filmes e pela própria Fox em outras franquias, como X-Men e Quarteto Fantástico. Ao fugir dos parâmetros impostos as produções com classificação indicativa PG-13, que limitam o conteúdo adulto e a violência, a adaptação de Deadpool consegue se aproximar em muito das páginas dos quadrinhos e levar sustentar sem dificuldades as exigências econômicas da indústria de Hollywood.