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A história é conduzida por meio de uma narração, o que te faz ter sensações indescritíveis, nunca sabendo o que vai ou não acontecer. O espectador acaba aprendendo com os personagens, com situações que são vividas, e não de uma forma fria, mas com uma comédia que te faz rir do começo ao fim. O que a série prega sempre, é que devemos aproveitar a jornada, não importa o quão difícil, solitária e complicada ela seja. Quantas vezes Ted Mosby, com seu jeito encantador, pensativo e sonhador, nos passa essa insegurança? Mas no final, de uma forma ou de outra, todos acabam bem – encontrando ou reencontrando quem precisa encontrar, afinal, tudo acontece quando tem que acontecer. Apenas seguindo em frente, e vivendo o momento, o desenrolar vai prosseguindo. E o final da série nos mostra que os criadores sabiam como iria terminar a série, desde o começo, o que é fantástico.
Existem seriados que te envolvem, que você se vê dentro de um ou dois personagens, ocorre uma enorme identificação. Esse é o caso de “How I Met Your Mother”. Acompanhando a série, você cria um laço muito grande com os personagens, com a timidez de um, a impaciência de outro, os sonhos daquele. Na season finale, a emoção tomou conta de fãs, deixando para sempre a lembrança de uma série que marcou todos os que tiveram o prazer de assistir.

Por Camila Bonfim.