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critica-sub“Carrie – A Estranha” está longe de se enquadrar no gênero terror. O longa, lançado em 6 de dezembro de 2013, é uma nova versão do filme original de mesmo título, dirigido por Brian De Palma, em 1976.
A versão original, assim como a atual, dirigida por Kimberly Peirce foi baseada no livro “Carrie – A Estranha” do lendário Stephen King.
Diferente da obra cinematográfica original, a nova versão deixa a desejar em inúmeros aspectos. A interpretação sempre brilhante de Julianne Moore é o que nos faz, ao menos, pensar duas vezes antes de deixar o filme sem o mesmo estar em seus minutos finais.
Com direção e roteiro esdrúxulos, “Carrie – A Estranha” não faz jus à obra literária de Stephen King, e muito menos à versão original de grande sucesso.
Kimberly Peirce foi corajosa ao se comprometer com a direção da nova versão do filme, afinal, o longa de Brian De Palma agradou de forma satisfatória a maioria dos espectadores, o que, obviamente, dificulta a aceitação da versão de 2013.
A protagonista Chloë Grace Moretz teve a chance de se mostrar uma grande atriz, mas é evidente que a mesma não agarrou a oportunidade, demonstrando ainda não merecer um papel principal.
A nova versão não possui enredo encorpado, trazendo situações rotineiras em filmes mau produzidos, o que desvia o espectador de uma tensão provocada pelo terror, que no caso, é inexistente.
Julianne Moore merecia mais, e os espectadores também.