SINOPSE

A história se concentra no físico teórico Albert Einstein durante diferentes períodos de sua vida, sendo um funcionário de patentes lutando para obter um trabalho de professor e para realizar doutorado. Com uma mente mais velha, resolve os mistérios do átomo e do universo.

FICHA TÉCNICA

Direção:

James Hawes, Minkie Spiro, Ron Howard

Roteiro:

Walter Isaacson

Gênero:

Biografia, Drama, Histórico

Produção:

Imagine Entertainment

Elenco:

Johnny Flynn, Geoffrey Rush, Samantha Colley

Produção:

Imagine Entertainment

Nacionalidade:

EUA

Ano de Produção:

2017

Data de Lançamento:

23/04/2017

Distribuição:

National Geographic

CLASSIFICAÇÃO

Direção:

Roteiro:

Fotografia:

Trilha-Sonora:

Montagem:

Efeitos Especiais:

Item não avaliado

Montagem:

Efeitos Especiais:

Efeitos Visuais:

Direção de Arte:

Elenco:

Uma boa pedida para aguardar a chegada de “House Of Cards”, “Game of Thrones”, “Stranger Things” e outras é “Genius”, a nova mini-série da National Geographic é um ótimo atrativo de conhecimento e entretenimento. O National Geographic nos traz a vida de Albert Einstein em dez episódios, contando desde a sua adolescência até os seus momentos mais áureos. A série é densa e com um ritmo lento, porém a história é tão forte e o interesse que ela fala – sobre a vida de Albert Einstein – é uma razão mais do que convincente para acompanhar a série.

Até então a National Geographic disponibilizou cerca de 7 dos 10 episódios propostos. Um tom de telenovela pode ser digerido pelo público quando pontos-chave da história do cientista começam a ser explorado. Como Einstein conviveu com o movimento nazista vivendo na Alemanha e sendo judeu, na década de 40. Coisas que fazem o espectador segurar sua ansiedade por esse momento é dividido por como Albert superou toda e qualquer desconfiança sobre a sua capacidade.  Rejeitado por faculdades, menosprezado por professores, incompreendido por colegas e mestres, discussões com os seus pais e muitos problemas amorosos.

A história circula de forma simples e amena, nunca apelativa, sempre no ponto necessário. Alguns momentos é emperrada pela grande quantidade de episódios e os 50 minutos, que são impiedosos com a obra, que poderiam muito bem ser enxugados por muito menos que os 50 minutos de rotina dos episódios. Podemos também classificar a mini-série como um filme de quase 10 horas, mas os seus ganchos de um episódio para o outro, podem ser o que vai ser essencial par ao sucesso da obra.

Créditos: Divulgação

Uma das únicas reclamações é a National Geographic não disponibilizar o áudio original, não que a dublagem seja horrenda, jamais. Porém, a perca de profundidade das atuações é seriamente notada. Pontos que deveriam ser emocionantes e bonitos, são perdidos, por aquela percepção de que aquela voz não combina com o ator da tela, ou a quando reaproveitam a voz de um personagem em outros só que com mais rouquidão. O trabalho de voz é muito bom, o problema foi a assemelhação com o personagem, foi a única coisa que me tirou da série.

Mas ainda sim, emplaco que “Genius” é uma das melhores coisas dos últimos meses, se tratando de séries, já fico imaginando a próxima que parece ser de Beethoven. Com essa qualidade e com toda a maestria de Hans Zimmer, mais uma vez na trilha-sonora (por favor, porque nessa temporada é imponente e linda) e Ron Howard sabendo exatamente o que mostrar, vejo “Genius” como uma ótima aposta para se ter ao longo dos anos, pois se pensarmos bem quantos ”gênios”, pode se falar.

Créditos: Divulgação

Aqui entre nós Tesla, Bach, Chaplin, Ali, Carl Sagan e tantos outros que estou sendo injusto em não cita-los, tem um material de vida formidável para serem abertos ao público, e termos uma real noção de que mitos são construídos por percepções espetaculares em momentos trágicos. National Geographic, pode fazer que eu quero mais.