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Mais uma versão cinematográfica dos quadrinhos Marvel chega às telonas, e agora foi a vez dos “Guardiões da Galáxia” receberem a honra. Longe de ser um filme surpreendente, a produção dirigida por James Gunn é fiel à história original, e, como quase todos os filmes de super-heróis, a história é aquela que todo mundo conhece: um objeto que, ao cair nas mãos erradas, pode destruir o mundo. O objetivo do super-herói então é… Salvar o mundo. Mas isso quer dizer, então, que o esse não é um bom filme, certo? ERRADO.
“Guardiões da Galáxia”, apesar dos inúmeros elementos maçantes, possui uma espontaneidade única, pelo menos quando nos referimos ao Universo Marvel. A produção conta com pontos cômicos marcantes e personagens de personalidade forte, como por exemplo o guaxinim Rocket Raccoon, dublado pelo ator Bradley Cooper na versão norte-americana. Além dele, nos deparamos com Groot, uma árvore humanoide dublada por Vin Diesel, e que arranca risadas da plateia com apenas uma única frase: “I am Groot”, no português: “Eu sou Groot”.
Peter Quill, interpretado por Chris Pratt se mostra um personagem bastante peculiar, e igualmente engraçado. Já a personagem de Zoe Saldana, a perigosa Gamora, filha adotiva do temido Thanos, é misteriosa e desperta a atenção do público. O vingativo Drax, o Destruidor, interpretado por Dave Bautista ganha a simpatia dos espectadores no decorrer da história, pelo seu jeito marrento, porém sentimental.
“Guardiões da Galáxia” é uma super produção, o que é sempre de se esperar quando nos referimos aos filmes da Marvel, com interessantes efeitos especiais, com uma certa valorização da tecnologia 3D, com ótimos atores e dubladores e com um roteiro bastante firme.
Apesar de ter uma história nada surpreendente, os guardiões da galáxia conseguem entreter o público com sua veia cômica, o que nos dá uma nova visão do que era, até então, o padrão Marvel de cinema.