SINOPSE

Naomi Watts é Jean Holloway, um psicoterapeuta que secretamente infiltra-se na vida privada de seus pacientes.

FICHA TÉCNICA

Direção:

Sam Taylor Johnson

Roteiro:

Jonathan Caren, Lisa Rubin

Gênero:

Drama, Suspense

Produção:

Rhythm Arts

Elenco:

Naomi Watts, Billy Crudup, Sophie Cookson, Karl Glusman, Poorna Jagannathan

Nacionalidade:

EUA

Ano de Produção:

2017

Data de Lançamento:

30/06/2017

Distribuição:

Netflix

CLASSIFICAÇÃO

Direção:

Roteiro:

Fotografia:

Trilha-Sonora:

Efeitos Visuais:

Efeitos Especiais:

Item não avaliado

Direção de Arte:

Elenco:

Montagem:

Figurino:

Maquiagem:

“Gypsy”, a nova série da Netflix sobre a Jean Holloway, terapeuta interpretada pela maravilhosa Naomi Watts, que quebra todas as regras de ética do seu trabalho, vigiando tudo o que seus pacientes fazem, e se aproximando intimamente com pessoas próximas a eles.

Apesar da atuação de Naomi Watts, a série é lenta, preguiçosa, sem ritmo e muitas vezes faz um estardalhaço por motivo algum. Muitas vezes eu me pegava confiando no desenvolvimento e que sempre no próximo episódio algo iria acontecer, e nada. Pensando que o problema era comigo e que a série se tratando de uma mulher vivendo da psique, pensei que as metáforas seriam a chave para o entendimento do andar da carruagem, pois a única metáfora que eu tirei foi que realmente a diretora Sam Taylor Johnson ( “50 Tons de Cinza” ) é uma péssima contadora de histórias ou ela escolhe trabalhos sem vida. Certo, acho que são os dois.

A história te provoca algumas vezes, mas não tem força necessária para te deixar ansioso par ao próximo episódio e 1 hora de “Gyspy”. A Naomi Watts é sempre forte nos seus papéis, até com um roteiro com pouco desenvolvimento e seu ritmo que não ajuda, ela brilha em cena, e se você apenas não torce para ela porque Jean Holloway é freak, você é demais para a nossa torcida. A melhor companhia da série para Naomi Watts, sem dúvida é a história sobre a sua filha, que debate identidade de gênero, e como sempre a Netflix entra em assuntos que incomodam quem tem os olhos fechados para o mundo que evoluí de forma perfeita, os pontos debatidos são válidos, e eu uma pessoa que está longe de um caso assim, fiquei muito mais interessado no desenrolar desse núcleo do que uma história de apenas uma psicologa maluca stalker.

A série é mais um erro da senhora Netflix. A locadora vermelha é como uma banda de rock novata, quando boa é incrível e guardamos na biblioteca da memória, quando ruim pensamos como era bom o velho e antigo rock.

“Gypsy” é uma daquelas séries boas que tem tudo para ser grandiosa, mas prefere nos dar um bom motivo para dormir.