Após se consagrar na história do Globo de Ouro 2018 sendo indicada pela 31ª vez, hoje (23) a atriz Meryl Streep bateu o mesmo recorde ao ser indicada a 90ª edição do Oscar. Nesse ano de 2018 a atriz recebeu sua 21ª indicação ao Oscar por atuação (tendo 3 vitórias), sendo a atriz mais vezes indicada a esse tipo de prêmio.

Seu histórico é muito semelhante ao do Globo de Ouro, confira abaixo.

1979: Melhor Atriz Coadjuvante por “O Franco Atirador” (indicada)

Depois de uma longa carreira como matador de aluguel, Martin Terrier pretende se aposentar e passar o resto da vida ao lado de sua amada. Mas quando ele descobre que está sendo traído por pessoas de sua confiança, Martin começa uma viagem por toda Europa para acertar as contas com cada homem que tentou enganá-lo.

1980: Melhor Atriz Coadjuvante por “Kramer vs. Kramer” (vencedora)

Ted Kramer é um profissional para quem o trabalho vem antes da família. Joanna, sua mulher, não pode mais suportar esta situação e sai de casa, deixando Billy, o filho do casal. Quando Ted consegue finalmente ajustar seu trabalho às novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted não aceita e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia do garoto.

1982: Melhor Atriz por “A Mulher do Tenente Francês” (indicada)

Dois atores fazem par romântico em um filme que conta a história de Charles, um biólogo que está prestes a se casar, mas que acaba se apaixonando por Sarah. Após um curto, porém passional, caso de amor, Sarah, atormentada por sua personalidade melancólica, o abandona, o que destrói a vida de Charles. Enquanto filmam, Anna e Mike, os atores que interpretam os amantes da era vitoriana, também passam por um relacionamento que acontece paralelo ao do seus personagens.

1983: Melhor Atriz por “A Escolha de Sofia” (vencedora)

Sophie sobrevive a campos de concentração nazistas e encontra uma razão para viver em Nathan, um judeu americano brilhante, instável e obcecado pelo Holocausto. Mas a felicidade dos dois é ameaçada pelos fantasmas do passado dela.

1984: Melhor Atriz por “Silkwood – O Retrato de uma Coragem” (indicada)

Baseado na história real de Karen Silkwood, uma funcionária de uma fábrica de componentes nucleares. Quando Karen passa a perceber as práticas inseguras no seu local de trabalho, ela decide denunciar as violações da empresa. Na tentativa de dar continuidade à sua investigação, ela acaba descobrindo mais do que os proprietários esperavam e agora a sua vida pode estar em risco.

1986: Melhor Atriz por “Entre Dois Amores” (indicada)

A aristocrata e fazendeira Karen Blixen viaja à África para juntar-se a seu marido Bror, um investidor de café. Após descobrir que Bror é infiel, Karen se apaixona pelo caçador Denys, mas percebe que ele prefere uma vida mais simples comparada com a que ela vive. Os dois permanecem juntos até o destino forçar Karen a escolher entre seu amor e seu crescimento profissional.

1988: Melhor Atriz por “Ironweed” (indicada)

O jogador de beisebol Francis Phelan e Helen Archer são dois alcoólatras que têm a difícil missão de sobreviver ao próprio passado. Francis vive com o trauma de ter acidentalmente matado seu filho anos antes e deserdado a família enquanto Helen vive a depressão de ser uma antiga cantora de rádio sem sucesso.

1989: Melhor Atriz por “Um Grito no Escuro” (indicada)

Em férias na Austrália, Michael e Lindy descobrem que seu bebê, Azaria, desapareceu da tenda onde estava dormindo. As investigações preliminares apoiam testemunho de Lindy que diz ter visto um dingo deixar a tenda com alguma coisa na boca.

1991: Melhor Atriz por “Lembranças de Hollywood” (indicada)

A atriz hollywoodiana Suzanne Vale tenta se livrar de sua dependência do álcool. Recém-saída de uma clínica de reabilitação, Suzanne fica com a mãe que, de uma certa forma, também é dependente de bebidas alcoólicas. A atriz luta para manter sua sobriedade e sanidade perto de Doris.

1996: Melhor Atriz por “As Pontes de Madison” (indicada)

História de amor comovente sobre um fotógrafo da revista National Geographic, incumbido de fotografar as pontes de Madison, em Iowa. Lá, ele conhece uma dona de casa, cujo marido e filhos estão viajando. Os dois vivem um breve e intenso romance entre duas almas gêmeas que se conheceram tarde demais.

1999: Melhor Atriz por “Um Amor Verdadeiro” (indicada)

A escritora Ellen Gulden é filha de um dos mais respeitados jornalistas americanos, George Gulden, que tem dificuldade de demonstrar seu amor, e de Kate Gulden, que é totalmente aberta. Quando a mãe é diagnosticada com câncer, Ellen precisa intervir e acabará aprendendo mais sobre si mesma e sua família e a idiossincrasia do estilo de vida.

2000: Melhor Atriz por “Música do Coração” (indicada)

Depois de ser abandonada pelo marido, a deprimida professora de música Roberta consegue um emprego para lecionar violino a crianças carentes em Harlem, Nova York. Apesar do atrito inicial da diretora da escola, Janet Williams, e os alunos, o programa tem sucesso e atrai o reconhecimento público. Depois de 10 anos, no entanto, o programa é subitamente desligado após cortes no orçamento.

2003: Melhor Atriz Coadjuvante por “Adaptação” (indicada)

Um roteirista com crise existencial tem a difícil tarefa de adaptar um livro para o cinema e pede ajuda ao seu irmão gêmeo, que tem a mesma profissão.

2007: Melhor Atriz por “O Diabo Veste Prada” (indicada)

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

2009: Melhor Atriz por “Dúvida” (indicada)

Em 1964, um ar de mudança paira sobre a irmã Aloysius na Escola St. Nicholas. Padre Flynn, um padre carismático, defende a reforma dos costumes estritos da escola e o primeiro aluno afrodescendente acaba de ser aceito. Quando uma freira diz à irmã Aloysius que o padre Flynn tem dado demasiada atenção pessoal ao aluno, ela começa uma luta pessoal contra o padre apesar de não ter provas suficientes sobre abuso infantil.

2010: Melhor Atriz por “Julie & Julia” (indicada)

Frustrada com o trabalho, a nova iorquina Julie Powell embarca em um dedicado e desafiador projeto: preparar as 524 receitas do livro de culinária de Julia Child. O filme mostra além da história de Julie, a de Julia Child e sua paixão pela culinária francesa.

2012: Melhor Atriz por “A Dama de Ferro” (vencedora)

Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econômica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.

2014: Melhor Atriz por “Álbum de Família” (indicada)

As irmãs Barbara, Ivy e Karen precisam voltar para casa para cuidar da mãe Violet, que está com câncer. Mas o reencontro gera uma série de conflitos entre todos e grandes segredos são revelados.

2015: Melhor Atriz Coadjuvante por “Caminhos da Floresta” (indicada)

Um padeiro e sua mulher vivem em um vilarejo, onde lidam com vários personagens famosos dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Rapunzel. Um dia, eles recebem a visita da bruxa, que lança um feitiço sobre o casal para que não tenha filhos. Ao mesmo tempo, a bruxa avisa que o feitiço pode ser desfeito caso eles lhe tragam quatro objetos em apenas três dias, caso contrário o feitiço será eterno. Decididos a cumprir o objetivo, o casal adentra a floresta.

2017: Melhor Atriz por “Florence Quem É Essa Mulher?” (indicada)

Na década de 1940, a socialite nova-iorquina Florence Foster Jenkins persegue obsessivamente uma carreira de cantora de ópera. Infelizmente, a sua ambição excede em muito seu talento. Aos seus ouvidos, sua voz é linda, mas para todos os outros é absurdamente horrível. O seu marido, o ator St. Clair Bayfield, tenta protegê-la de todas as formas da dura verdade, mas um concerto no Carnegie Hall coloca toda a farsa em risco.

2018: Melhor Atriz de Filme de Drama por “The Post”

Um drama emocionante sobre a improvável parceria entre Katharine Graham, do The Washington Post, a primeira editora feminina de um importante jornal americano e o editor Ben Bradlee, enquanto correm para acompanhar o New York Times para expor um enorme encobrimento de segredos governamentais que durou três décadas e quatro presidentes dos EUA. Os dois devem superar suas diferenças à medida que arriscam suas carreiras – e sua própria liberdade – para ajudar a trazer as verdades enterradas para a luz.