O sucesso brasileiro “Bingo: O Rei das Manhãs”, protagonizado por Vladimir Brichta e dirigido por Daniel Rezende, foi indicado por uma comissão da ANCINE (Agência Nacional de Cinema) para representar o Brasil no Goya 2018, o Oscar Espanhol, sendo indicado na categoria Melhor Filme Ibero-Americano. A premiação acontece no dia 3 de fevereiro de 2018.

No filme, Augusto, finalmente ganha seu lugar sob os holofotes ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil de televisão que se torna um sucesso absoluto. Uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem que interpreta o palhaço, produzindo em Augusto a frustração de ser o homem anônimo mais famoso do Brasil. Uma surreal história sobre a busca de um homem pelo reconhecimento de sua arte. Inspirado na vida de Arlindo Barreto e com muita ironia e humor ácido, o filme conta a trajetória de um homem em busca do reconhecimento da sua arte.

A seleção foi feita pela Comissão de Seleção do Filme Brasileiro, composta por Amanda Aouad Almeida, Ana Julia Cury de Brito Cabral, André Sturm, Jorge Peregrino e Josiane Osório de Carvalho, de acordo com eles, “Bingo” foi eleito por “ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo.”.

Não há garantias de que “Bingo: O Rei das Manhãs” vá de fato ser indicado ao Goya. O drama concorrida com outras 23 obras nacionais como:

“A Cidade Onde Envelheço” de Marília Rocha

“A Família Dionti” de Alan Minas

“As Duas Irenes” de Fabio Meira

“Cidades Fantasmas” de Tyrell Spencer

“Comeback” de Erico Rassi

“Como Nossos Pais” de Laís Bodanzky

“Deserto” de Guilherme Weber

“Elis” de Hugo Prata

“El Mate” de Bruno Kott

“Fala Comigo” de Felipe Sholl

“Gabriel e a Montanha” de Fellipe Barbosa

“Galeria F.” de Emília Silveira

“Gostosas, Lindas e Sexies” de Ernani Nunes

“História Antes de Uma História” de Wilson Lazaretti

“Joaquim” de Marcelo Gomes

“La Vingança” de Fernando Fraiha

“Malasartes e o Duelo com a Morte” de Paulo Morelli

“Mulher do Pai” de Cristiane Oliveira

“O Filme da Minha Vida” de Selton Mello

“Por Trás do Céu” de Caio Sóh

“Quem é Primavera das Neves” de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo

“Redemoinho” de José Luiz Villamarim